segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Olhar estrelas

É ver o que não podemos entender. Apreciar e amar o que se limita apenas ao alcance da visão. Cintilam no céu como corações pulsantes, vivos. Olhar o infinito pontilhado, sentindo-se desprezível diante de tamanha grandiosidade. Coração bate forte. Brisa leve balança as madeixas com aroma de jasmim. No silêncio da noite, as estrelas parecem fadas distantes, me observando. Posso ver no firmamento curiosidade, paz, beleza, mistério, fantasia, você. Eu queria poder sair voando por aí... Sem sentir a falta do oxigênio, nem congelar no vácuo. Correr pelo universo como se a luz não fosse o limite; deitar na Via Láctea e apreciar a dança rodopiante dos astros. Pular pelas nebulosas, brincar com as estrelas e correr pelo universo desviando das galáxias. Viajar onde nenhum telescópio jamais explorou; chegar ao sem-fim da escuridão. Como se eu não fosse apenas mais um ponto insignificante nessa imensidão.

Shinning Star 



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